Achei interessante a análise do meu amigo Robert Langdon, por isso resolvi criar um post com seu texto.
Há muito tempo o BBB deixou de ser um jogo. Boninho e Bial ferraram com o programa quando um pecou pelo excesso de autoritarismo, e o outro pela parcialidade inadmissível num jogo de estratégia.
Os agentes que conduzem o rumo do jogo, são, em primeiro lugar, os próprios participantes e em seguida, os produtores (isso inclui o Boninho). Pedro Bial é apenas o apresentador, nada mais do que isso.
Antes que me atirem 5 pedras, devo dizer que eu não tenho preferidos, apesar de entender que é exatamente a prefência por A ou B, que determina o vencedor. É uma questão de quem consegue ser mais simpático aos olhos de quem os assiste. E esta é minha reflexão sobre a forma que vejo hoje o BBB, não alguém em especial, que fique claro.
Dito isso, acho um absurdo as pessoas questionarem o fato de participantes, ou seja, jogadores, combinarem voto. Qual é o problema de combinar voto? Já falei antes e volto a repetir, não cabe o argumento da justiça ou injustiça em jogo. Se existe regras, e os movimentos do jogo estão dentro dessas regras, tudo mais é apenas estratégia.
Combinar voto é uma estratégia de jogo, quer você goste, ou não. Pode ser equivocada? Pode, mas ainda assim é estratégia e o falso moralismo das pessoas chega a ser patético. Pedro Bial, ao tentar dar uma lição de moral nos participantes, sai de sua condição de APRESENTADOR, e passa a ser protagonista, fazendo valer sua condição de formador de opinião e prejudicando de forma intencional os participantes do jogo, quando influencia na opinião de quem vai votar, dentro e fora da casa.
O público deve ter discernimento pra saber se uma estratégia é válida ou não. Se não tem, ponto pro estrategista. Eu costumo dizer que torço para os vilões, não porque simpatizo com essa condição, mas sim, porque é a forma que eu tenho de ir contra a unânimidade fabricada. Chega a ser ridiculo as pessoas classificarem os participantes como bons ou maus, como se tivesse realmente alguém ali inocente.
Não se pode fazer mais nada nesta edição, não pode falar, não pode fazer sexo (na prática, eles estão sendo desestimulados a isso), não pode combinar voto, não pode nada. Eu realmente penso que já está na hora da direção da Rede Globo, definir se vale a pena continuar em investir no BBB ou encerrar de vez. Acho que Boninho e Bial já estão muito desgastado e está na hora de cederem seus lugares a outros. Não farão falta.
Como telespectador, eu quero mais é intriga, armações e traições no jogo. Eles estão ali pra provarem que podem conviver confinados com terceiros, e com tudo mais que isso acarreta e não pra provarem que são escoteiros de boa virtude.
O telespectador do BBB, na média, ficou emburrecido por doze edições de comportamento tendencioso de seus idealizadores, não sabem pensar por si próprios. Triste.
Os agentes que conduzem o rumo do jogo, são, em primeiro lugar, os próprios participantes e em seguida, os produtores (isso inclui o Boninho). Pedro Bial é apenas o apresentador, nada mais do que isso.
Antes que me atirem 5 pedras, devo dizer que eu não tenho preferidos, apesar de entender que é exatamente a prefência por A ou B, que determina o vencedor. É uma questão de quem consegue ser mais simpático aos olhos de quem os assiste. E esta é minha reflexão sobre a forma que vejo hoje o BBB, não alguém em especial, que fique claro.
Dito isso, acho um absurdo as pessoas questionarem o fato de participantes, ou seja, jogadores, combinarem voto. Qual é o problema de combinar voto? Já falei antes e volto a repetir, não cabe o argumento da justiça ou injustiça em jogo. Se existe regras, e os movimentos do jogo estão dentro dessas regras, tudo mais é apenas estratégia.
Combinar voto é uma estratégia de jogo, quer você goste, ou não. Pode ser equivocada? Pode, mas ainda assim é estratégia e o falso moralismo das pessoas chega a ser patético. Pedro Bial, ao tentar dar uma lição de moral nos participantes, sai de sua condição de APRESENTADOR, e passa a ser protagonista, fazendo valer sua condição de formador de opinião e prejudicando de forma intencional os participantes do jogo, quando influencia na opinião de quem vai votar, dentro e fora da casa.
O público deve ter discernimento pra saber se uma estratégia é válida ou não. Se não tem, ponto pro estrategista. Eu costumo dizer que torço para os vilões, não porque simpatizo com essa condição, mas sim, porque é a forma que eu tenho de ir contra a unânimidade fabricada. Chega a ser ridiculo as pessoas classificarem os participantes como bons ou maus, como se tivesse realmente alguém ali inocente.
Não se pode fazer mais nada nesta edição, não pode falar, não pode fazer sexo (na prática, eles estão sendo desestimulados a isso), não pode combinar voto, não pode nada. Eu realmente penso que já está na hora da direção da Rede Globo, definir se vale a pena continuar em investir no BBB ou encerrar de vez. Acho que Boninho e Bial já estão muito desgastado e está na hora de cederem seus lugares a outros. Não farão falta.
Como telespectador, eu quero mais é intriga, armações e traições no jogo. Eles estão ali pra provarem que podem conviver confinados com terceiros, e com tudo mais que isso acarreta e não pra provarem que são escoteiros de boa virtude.
O telespectador do BBB, na média, ficou emburrecido por doze edições de comportamento tendencioso de seus idealizadores, não sabem pensar por si próprios. Triste.
